Concordo plenamente com este comentário. Aproveitaram o facto de ser feriado para atrair milhares às lojas para obter "montes" de lucro. Ainda por cima gozaram com os trabalhadores principalmente pelo facto de a promoção que atraiu milhares ter acontecido num 1º de maio. E outra coisa foi a falta de civismo que houve. Pessoas feridas... A polícia a intervir... Duas pessoas a agredirem-se por causa de um saco de bacalhau como se não houvesse mais bacalhau no mundo. Sinceramente ontem o que aconteceu pareceu um cenário de um país de terceiro mundo onde existiu uma catástrofe enorme que dizimou quase tudo. Que pouca vergonha esta. Isto realmente só em Portugal. E digo mais, nem que as compras fossem todas grátis eu não aproveitava a promoção. Sinceramente... Tenho dito!
Anónimo a 2 de Maio de 2012 às 16:12

Mas qual é o vosso problema? então fazem uma promoção de 50% e não aproveitava. Quem disse que as pessoas compraram para deitar fora? eu estive lá e comprei o que quis, não bati em ninguem , nem me zanguei com ninguem, nem comprei nada fora de prazo, nem para deitar fora. Gastei 240,euros e paguei 120euros-não foi só para mim, para a minha filha também, aliás, fui lá mais por ela. que a vida não está fácil, para quem tem filhotes.- Claro que demorei a sair.. è normal. com uma promoção destas, as pessoas aderiram em força. Agora, se me disserem que á pessoas, que viram autenticas bestas, é verdade, mas isso elas já são, mesmo fora do Pingo Doce.
Maria a 2 de Maio de 2012 às 16:40

O facto de retirar impostos para fora do País Foi Mau. Agora as promoções, quanto mais melhor. Eu não fui lá porque não soube. Ajudar quem precisa é bom ,dar postos de tabalho é bom. os criticos muitos deles nunca mexeram uma palha para levantar o País. Tenho dito
António Alves Nunes a 2 de Maio de 2012 às 17:26

Desculpe se lhe respondo. Não julgo quem vivendo com algumas dificuldades aproveita esta campanha do PD. Mas acaso já se deu ao trabalho de pensar qual foi o impacto da abertura destas superfícies comerciais em dias santos e feriados, na diminuição do desemprego, com cujo propósito alegadamente justificavam a abertura? Qual o verdadeiro impacto na vida particular dos trabalhadores daqueles estabelecimentos que carecem, como todos os trabalhadores, de tempos de lazer para estarem com as famílias, usufruirem da cultura (cinemas, teatros, espectáculos, museus, etc..), terem vida pessoal e íntima mais liberta com os respectivos conjuges, filhos ou namorados?
- Não me consta que tenham aumentado os seus quadros nem a isso as administrações ou o próprio Governo se pronunciaram até hoje sobre tal assunto. Porquê? - Porque nada do que prometeram cumpriram e com a abertura apenas os trabalhadores saíram prejudicados.
O Dia do Trabalhador é celebrado mundialmente nas sociedades mais desenvolvidas, mesmo nos países comunistas, onde não se trabalha e faz a exaltação do trabalho e do trabalhador como elementos de valorização social. Foram as sociedades que o reconheceram; foram as sociedades que assumiram o 1º. de Maio como um dia de celebração!!
Querer negá-lo, não o respeitar seja a que pretexto fôr, é negar tais valores, é negar a consideração que a todos os trabalhadores é devida, independentemente de quaisquer outras considerações.
O que é triste é que os próprios trabalhadores, ou por ignorância ou por alheamento incompreensível, não o reconheçam!!

Um abraço!

Luis a 2 de Maio de 2012 às 19:57

Então e os hotéis, restaurantes, cafés, etc. também deviam fechar para os trabalhadores poderem usufruir do tal feriado!... Já agora encerre-se tudo, para todos poderem ficar de papo para o ar!
Isto é tudo pura demagogia. A esquerda luta por feriados, menos horas de trabalho, mais férias e direitos, só direitos. Onde estão afinal os deveres? Quem reconhece que o país precisa de mais produtividade em tempo de aflição?
Tenho a impressão que esta gente ainda não se apercebeu da gravidade da situação que vivemos. Ou então faz-se de parva e assobia para o lado. Acham que o Bloco de Esquerda ou o PCP fariam de Portugal um paraíso para todos? Vê-se pela calanzisse que querem imprimir na cabeça dos trabalhadores, que futuro lindo teria o nosso pais!

Os Hospitais não asseguram permanentemente (24h) a salvaguarda da vida humana, tal como os Bombeiros, as forças militares e militarizadas no que toca à segurança e manutenção da ordem pública, as profissões convencionalmente necessárias ao suporte das necessidades básicas das populações, bem como outras profissões que pela sua natureza e finalidade económica não podem ser dispensáveis? - Não se trata, pois, como certamente sabe, de encerrar o país.
Nem se trata de conceitos de "esquerda" como lhe atribui. - De outra forma, como explicar a prática de feriado no 1º. de Maio em países alegadamente governados por governos de "direita" ou próximos de valores com ela conotados como os EUA, o Japão - que o subscritor muito bem conhece - a França, a Alemanha, e tantos, tantos outros?
Também me parece que confunde "produtividade" com trabalho, sem olhar a outras condicionantes tão ou mais importantes que este.
Pode-se trabalhar apenas 4 horas e alcançar picos de produtividade 100%. Pode-se trabalhar uma jornada de trabalho com uma produtividade insignificante ou mesmo nula.
O problema de PORTUGAL não está, pois, na quantidade do trabalho, mas muito especialmente, na "qualidade" desse trabalho. Qualquer analista sério e isento sabe disso ainda que muitos "especialistas", advogando em causa própria, nos queiram fazer crêr do contrário. Daí que "esta gente" - como apelida quem sustenta uma opinião contrária à sua - funda as suas razões numa visão realista da sociedade portuguesa, na vivência de uma extensa e responsável carreira profissional que abrangeu a vigência de 2 regimes político-sociais, e alicerçada em estudo e prática aturados, que abarcam disciplinas tão diversas. que vão dos vários ramos do direito à gestão das organizações, à sociologia do trabalho, para citar apenas algumas.
Portugal não precisa de outros trabalhadores para além dos que tem! Precisa é de políticos e de dirigentes sérios, interessados verdadeiramente na causa pública. Também precisa de patrões com outra visão mais alargadada da sua actividade económica, sérios, cumpridores das suas obrigações fiscais, respeitadores dos direitos dos seus trabalhadores.
Também precisa de uma sociedade mais equilibrada, onde aos que nada teem sejam facultados os mais elementares meios de susbsistencia sem que isso revista a forma de "caridade".
Quando assim é, o que torna importante ser de "direita" ou de "esquerda"?
Quando assim é, qual o "pecado" de quem quizer "sonhar" o poder fazer desde que não prejudique terceiros?

Saudações, Maria Teresa.

Luis a 3 de Maio de 2012 às 00:45

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