" (...) abriu portas, obrigou os seus trabalhadores a trabalhar, violando o que tradicionalmente era tido como pacífico - o único dia do ano que os trabalhadores efectivamente não trabalhavam (...)" Só me vou referir a esta parte, não é o primeiro ano que o fazem, não foram os únicos a abrir portas, já para não falar de tantas outras pessoas que trabalharam nesse dia e não são "lembradas". Não peguem em outros assuntos para falar de uma promoção, que de promoção para muitos nada tem e para outros tem muito.
Sara a 2 de Maio de 2012 às 15:37

Na situação actual em que todos vivemos compreendemos a corrida aos produtos a metade do preço , mas quem lá foi gostou de estar a gozar o feriado do dia do trabalhador mas os empregados do pingo doce estiveram a trabalhar nos e que temos a culpa neste dia não devíamos ir fazer compras para que todos tenham direito ao dia do trabalhador ,mas como somos um povo assim só olhamos para o nosso umbigo
Catarina Marques a 2 de Maio de 2012 às 20:25

Não vejo qual é o problema de os funcionários do grupo Jerónimo Martins terem ido trabalhar no dia 1 de Maio. Relembro que existem muitas outras pessoas que não podem gozar o feriado por se encontrarem também elas obrigadas a trabalhar nesse dia, tais como médicos e enfermeiros. Relembro ainda que os funcionários do presente grupo obtiveram ainda benefícios de terem ido trabalhar.
Anónimo a 3 de Maio de 2012 às 00:23

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