Hoje tenta-se perceber se o que o Pingo Doce fez foi, ou não, bem feito e acima de tudo legal.
Falando apenas no que se pode ler neste blogue acho que é bastanto "estranho" falar na "obrigação em trabalhar" deste espaço comercial quando na realidade todos os outros estiveram abertos com funcionários lá dentro, também a trabalhar, e mais horas.
Depois acho ridiculo existirem pessoas que ficam sensibilizadas com este tipo de acções realizadas pelas grandes companhias. Se na realidade, o que interessa ao consumidor final são os preços e o aquilo que se pode ganhar com promoções e/ou outras acção do género.
Criticar quem foi, quem precisou ou quem apenas aproveitou para comprar comida para 2 meses, é ser demasiado correcto politicamente.
Usamos e precisamos destes espaços para viver, precisamos, muitos de nós destas acções para poder comer.
Se calhar quem escreve este tipo de criticas almoça por 4 euros numa pastelaria transformada em restaurante, quando podia comer por 20 num restaurante de nome.... criticável certamente aos olhos de quem critica o Pingo Doce.
O consumidor adapta-se e procura o melhor para si, quem oferece essa possibilidade é criticado e julgado... isto sim, é um factor triste.
E, pessoalmente, estou á vontade, não fui ao Pingo Doce.
Hugo Albuquerque a 2 de Maio de 2012 às 16:09

Estes gajos do pingo amargo. Fizeram a malta trabalhar no dia do trabalhador, venderam os produtos com o prazo acabado. E ainda por cima têm publicidade gratuita, e depois ainda levam o dinheiro para a Holanda. E o meu povo gosta é disto, fica com a dispensa cheia de coisas que nem sabe como as vai gastar. E o governo fica pensando assim, se eles ainda têm dinheiro para limparem as prateleiras do pingo amargo. Vão já arranjar uma maneira de tirar mais algum.
Troca-me aqui a ver se eu deixo a 2 de Maio de 2012 às 18:20

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