O Blog da Escorregadela intelectual (versão 2.0)

29
Ago 08

Quando, nos últimos óscares, um irlandês barbudo com uma guitarra esburacada subiu ao palco do Kodak Theatre e tocou uma das canções nomeadas, não pude deixar de ficar curioso. Numa edição dominada pelas músicas do Enchanted e por um aparato à la Broadway, o registo despretencioso de Glen Hansard, simplesmente acompanhado ao piano por Markéta Irglová, era no mínimo... diferente. A vitória da música "Falling Slowly" (música e trailer aqui) foi uma agradável surpresa e uma lufada de ar fresco numa das mais fracas cerimónias dos últimos tempos.

Once é uma  espécie de musical moderno, cru, low budget, onde os músicos são os protagonistas. Com um argumento razoável mas longe de brilhante é a banca sonora que nos agarra, convence e embala. Obrigatória.

 Outras OST´s recentes e imprecindíveis: Juno e Into the Wild

Mr. White às 17:37

Mr. Heinz às 11:31

28
Ago 08

Finalmente foi identificada a causa da má prestação portuguesa nos Jogos Olímpicos de Pequim!

Julgo que com esta prova, se torna irrefutável que todas as justificações serão aceites pelo Comité Olimpico Português, seja por que na caminha é que é bom, seja porque realmente não se é muito dada a este tipo de competições, etc, etc,....

A foto fala por si!  

Mr. Hellmanns às 15:55

26
Ago 08

E chegados ao fim de mais uns jogos olímpicos, ficam as duas medalhas e o quarto lugar de Gustavo Lima, a esquizofrenia do Presidente do Comité Olímpico, Vicente Moura, e as pérolas que os nossos atletas foram largando ao longo dos dias.

Um breve resumo dos melhores disparates:

 "De manhã, só é bom é na caminha. Pelo menos comigo."

Marco Fortes, lançador do peso, ficou na 38ª posição (foi convidado a regressar mais cedo a casa, não ficando para o encerramento)

 "A égua entrou em histeria com medo do ecrã."

Miguel Ralão Duarte, cavaleiro, ficou na 47ª posição

 "Agora vou de férias. Treinei para os 3000 metros obstáculos. Não vou aos 5000. As Africanas são fortes. Não vale a pena lutar contra elas."

Jessica Augusto, eliminada nos 3000 metros obstáculos

 "A única explicação é que, infelizmente, não sou muito dada a este tipo de competições.(...) Não consigo lidar muito bem com o facto de nestas provas fazermos só três lançamentos. Em Portugal, há sempre seis."

Vânia Silva, lançadora do martelo, ficou na 46ª posição

 "Entrar neste estádio cheio bloqueou-me um pouco. Acabei a prova fresco, o que é estranho. (...) Mas tem de se aprender com as contrariedades. Eu gosto de aprender. Foi bom ter apanhado aqui este banhozinho, esta tareiazinha, e agora ir para casa descansar."

Arnaldo Abrantes, 200 metros, ficou na 52ª posição

 

Enfim, é como o outro disse, os atletas estão cá para competir, que é disso que eles percebem, deviam era estar calados.

 

Quanto à prestação dos nossos atletas, o que dizer? Rumou a Pequim a maior comitiva nacional de sempre - 78 atletas distribuídos por 17 modalidades (info aqui). O compromisso assumido pelo Comité presidido por Vicente Moura junto da tutela era simples: conseguir 5 medalhas, 12 diplomas e estar presente em 18 modalidades. Apenas ficámos perto de cumprir a última permissa.

Feitas as contas e dado o investimento, torna-se óbvio para o Viajar que ficámos bastante abaixo das expectativas. O mesmo não o diz a comunicação social que afirma esta ter sido a melhor missão olímpica de sempre.  É lamentável o facto de Vicente Moura não ter conseguido ficar calado até ao final dos jogos. Bastava só se ter pronunciado ontem para não ficar mal na moldura (mais um com a técnica do "fico, não fico, vou-me embora, deixo-me ficar se me quiserem...")

 

Por último, uma palavra relativa às bolsas e aos valores das remunerações: Ridículas. Sabendo que a maioria dos atletas compete em média 12 anos e que depois tem de se fazer à vida, os valores das bolsas não permitem o nível de empenho e de dedicação que as competições de alto nível exigem. Ninguém consegue ser atleta a tempo inteiro a ganhar 500€ por mês. Antes de investir em mais centros de alto rendimento seria bom ponderar na importância de garantir verdaeiros apoios aos atletas, ao invés de apostar em... ajudas de custo.

 

Venha Londres em 2012, até lá deixo-vos com a origem do logo de Pequim 2008.

 

Mr. White às 12:35

25
Ago 08

Na recta final da "silly season", um clássico... enjoy ;)

 

Mr. White às 18:03

"Estamos mais próximos do que poderemos ser no futuro e digo mais próximos, porque ainda estamos muito longe do que queremos fazer".

Jesualdo Ferreira, treinador do FC Porto, in TSF

 

Basicamente, estamos mais perto, porque ainda estamos muito longe. Fantástico!

Mr. Heinz às 16:15

22
Ago 08

Antes de mais nada, Parabéns Nélson Évora!

Agora, o Viajar vem so chamar a atenção para as cerca de 20 medalhas que Portugal "ganhou" na canoagem. Não, não enchemos as pistas de canoístas portugueses, mas enchemos as pistas de... barcos!

Isso mesmo, de barcos. Cerca de 80% dos barcos usados nas regatas de canoagem são de uma marca portuguesa, a Nelo. Das grandes selecções, só a Alemanha e a China usam marcas dos seus países, todos os outros recorreram às embarcações das oficinas de Manuel Ramos, o Nelo.

Lá para os lados de Vila do Conde, há alguns anos, Manuel Ramos comoçou por desenrascar uns barcos para si próprio. A coisa evoluiu de tal forma que hoje em dia as suas oficinas já dominam a técnica da fibra de carbono e os seus "fórmula 1" ocupam 80% das pistas aquáticas dos Jogos Olímpicos de Pequim, depois de já terem estado também presentes em Atenas e Atlanta!

Experimentei a qualidade desta marca noutra modalidade, no Remo, quando a Nelo dava ainda os primeiros passos no mundo do carbono, mas deu para perceber que estavam no bom caminho. Estávamos então no ano de 1996! Doze anos depois, é só arrecadar medalhas.

Feito o ponto de situação, resta dizer: Parabéns Nelo!

 

 

 

Mr. Heinz às 16:49

20
Ago 08

Preparem-se crianças, eles andam aí!

Depois da surpreendente imposição de detectores de metais nas entradas das escolas americanas teremos, já no próximo ano lectivo, professores armados no distrito de Harrold. 

Tinha de ser nos E.UA. e tinha de ser no Texas...

Percebemos a necessidade de garantir a segurança dos alunos (remember Columbine) mas... e se um desses professores acorda mal-disposto? 

Notícia na integra aqui.

Mr. White às 17:43

19
Ago 08

Acho que não tem sido apenas comigo. Ultimamente uma das queixas que mais ouço sobre restaurantes ou bares ou esplanadas ou qualquer espaço onde é suposto haver um serviço, mesmo que não seja à mesa, é sobre o tempo de espera até que alguém nos dê atenção.

Os empregados passam por todo o lado, olham para todo o lado, menos para as pessoas que os chamam, que lhes pedem algo e que até gostavam de ser atendidos e aproveitar um bom momento no restaurante, bar ou esplanada que escolheram.

O Viajar deixa um apelo à melhoria do serviço nestes estabelecimentos. É porque às vezes um simples "só um bocadinho" chega. Porque aí já percebemos que sabem da existência dos seus clientes.....

Caso contrário, fica uma sugestão de reclamação mais "radical", temperada a ketchup e mostarda (sim, também podem fazer com maionese) para os nossos viajantes.....

 

 

 

Mr. Heinz às 17:50

18
Ago 08

Depois da prata da Vanessa, o país anseia pelo ouro olímpico.

E é no melhor espírito olímpico que o Viajar vos deixa alguns dos melhores momentos na luta pelas medalhas de ouro!

Divirtam-se e boa semana!

 

 

Mr. Heinz às 15:08

17
Ago 08

Vindo de férias e de uma breve estadia no Amadora Sintra cabe-me registar os nossos 2 meses de existência e as mais de 2.000 visitas ao nosso humilde estabelecimento.

A todos os nossos caros viajantes, aquele abraço.

Mr. White às 22:36

14
Ago 08

Go on, indulge yourself, that's
right, kick off your shoes, put your feet up, lean
back and just enjoy the melodies….

Sim, caro Viajante, relaxe. O post promete ser longo. O Viajar foi recentemente “intimado” a uma nova série de viagens gastronómicas ao oriente, mais precisamente ao Japão e ainda mais precisamente, ao sushi.

Antes de entrarmos na viagem gastronómica, convidamos os viajantes a regressar no tempo às origens da iguaria que tanto está na moda.

Antes de mais, o sushi é um tipo de comida fortemente associado a tradições e costumes nipónicos. O engraçado num jantar japonês passa exactamente por seguir os hábitos nipónicos, junto dos amigos, num ambiente de tertúlia, devidamente acompanhada de saké (vinho japonês à base de arroz).
 

 

A história do sushi
 

A origem do sushi esteve na necessidade de conservar o peixe fresco, algures no século IV a. C.. Com camadas de arroz avinagrado a cobrirem o peixe, este conservava-se durante períodos longos e era ainda possível transportá-lo da costa do Japão para o interior do País, num sushi prensado, bem diferente dos rolos mais conhecidos hoje em dia. Mas esta forma de sushi, o prensado, continua a exisitir.
 A história do sushi conta ainda que os imperadores japoneses recebiam peixe conservado desta forma.  Foi já nos séculos XVII e XIX que o sushi começou a ser consumido como o conhecemos. Antes que o peixe fermentasse e com o arroz avinagrado. A origem da palavra combina exactamente esses dois elementos: vinagre (su) e arroz (meshi).

No início do século XIX, na cidade de Edo, hoje conhecida como Tóquio, tornaram-se populares umas barraquinhas, as Yatais, onde os japoneses se alimentavam rapidamente. Foi nesta altura que os nigiri (as bolinhas de arroz com o peixe por cima) ganharam popularidade.
Com o início da Segunda Guerra Mundial, muitos sushiman (os cozinheiros de sushi) fugiram da cidade, voltaram às suas origens e espalharam a iguaria pelo país do sol nascente. Foi já nos anos 80 que com uma ajuda norte-americana, se deu a globalização do sushi. 

O sushi tem várias formas de ser degustado. Há o sushi solto, numa tigela de arroz com vários pedaços de peixe diferentes, há os nigiris e há os makis (rolos): os hosomaki (com a alga nori por fora), os urumakis (com o arroz por fora) e os temakis, que significa literalmente rolo de mão. Estes são os cones.

Para distinguir o sushi do sashimi, é fácil: se tiver arroz é sushi.
Para preparar uma refeição de sushi, desengane-se se pensa que é difícil e que não tem jeito. O principal é ter tempo, cozinhar com calma e ter muita atenção aos pormenores, enquanto vai conversando com os convidados e enquanto os põe também a trabalhar.

Para os japoneses, as decorações dos pratos são um dos pontos importantes da refeição. O sushi surgirá naturalmente no prato entre patas de dragão, flores e leques ou borboletas. A parte difícil chega com o peixe, que precisa de cortes certos para apanhar apenas os melhores lombos, mas sem haver desperdícios. Depois é só montar o sushi nas suas variadas formas.

Os japoneses muitas vezes optam apenas por levar os pratos com os peixes, frutas e vegetais para a mesa. Depois, cada um monta o sushi com os seus sabores preferidos….

À mesa, nunca pense em utilizar talheres! O sushi come-se com pauzinhos e em alguns casos, à mão. Os japoneses vêem como falta de educação deixar molho de soja no fim da refeição e, nos nigiris, por exemplo, molham apenas a parte do peixe.

O conhecido wasabi é feito a partir de raiz de rábano e os japoneses colocam-no sempre quando o sushi é feito, entre o arroz e o peixe. Quanto ao gengibre, é usado para limpar o paladar, normalmente entre peixes de sabor forte, para que estes não se misturem na boca.

O sushi é tido como uma comida saudável porque não recorrer a qualquer tipo de gordura. O único defeito será mesmo não usar maionese…

Com tudo isto, resta desejar aos viajantes… bom apetite!

Mr. Heinz às 12:16

11
Ago 08

Sábado, 22h30m, 09 de Agosto, Baixa Lisboeta!

A baixa pombalina estava ao rubro: turistas (nacionais e estrangeiros) aos milhares; esplanadas cheias e a Rua Augusta com tanta gente que parecia a IC19 à hora de ponta. Logo ali ao lado, no Terreiro do Paço, decorria o encerramento do Festival dos Oceanos.

O cenário fotográfico perfeito! Bem, quase perfeito. Depois desta primeira impressão, o olhar começa a fixar outros pormenores e é nesse flash que o nosso orgulho lusitano começa a esmorecer. O chão de uma das mais bonitas ruas da nossa capital estava imundo: papéis, jornais, garrafas de água vazias, sacos de plástico…. nas esquinas, caixotes e sacos de lixo de todos os géneros e feitios! A ineficácia dos serviços municipais de limpeza é latente e a falta de brio de quem trabalha e explora as esplanadas e estabelecimentos comerciais é vergonhoso!

No entanto, mesmo com este cenário dantesco, o pior ainda estava para vir. Tentando ignorar a imundice e continuando a caminhar em direcção ao rio, sou abordado por um indivíduo que me disse umas palavras que me pareceram soar a “tás fixe?” De imediato pus-me a pensar de onde o conheceria…. Bastaram dois curtos minutos para perceber que não fora nada disso que ele me perguntou pois logo a seguir sou novamente abordado por um outro “colega seu” e aí sim, entendi perfeitamente o que me perguntavam: com a mão aberta e a expor um qualquer produto, pergunta-me se quero haxixe?

Estava mais ou menos a meio da rua e até ao Arco do Terreiro do Paço sou abordado mais três vezes com a mesma oferta. Discretamente vou olhando para trás e constato que a mesma pergunta é feita a todos os que passeiam como eu!

Procuro um agente de autoridade. Na esquina no Banco de Portugal estão dois agentes da PSP e mais dois Policias Municipais montados em Segways. Ignoravam tudo o que os rodeava!

Já no Terreiro do Paço, as pessoas amontoam-se junto ao palco procurando o melhor spot para verem e ouvirem Craig David, o artista da noite! Ainda chocado e envergonhado com o cenário vivido minutos antes, dirijo-me a uma concentração de polícias. Seriam uns 20, todos juntos e à conversa. Exponho a um deles o que vivi uns metros atrás e pergunto-lhe se o mercado de estupefacientes foi liberalizado? Não me pareceu surpreendido nem preocupado. Reencaminha-me para outro colega que se encontrava a uns 40 metros, também ele numa amena cavaqueira e rodeado por outros tantos colegas. Nada feito! À boa maneira do funcionalismo público, informa-me que estão ali porque foram contratados pelo promotor do evento e que o melhor seria deslocar-me à Esquadra da PSP para apresentar reclamação.

No caminho, questiono-me se com tantas reformas na Administração Pública, nenhum Ministro teve a coragem de informar os Portugueses que o significado das siglas P.S.P. foi alterado para “Policia de Segurança Privada” ou se a comunicação social não terá dado a necessária importância a esse comunicado?! Terei eu estado distraído?!

Depois de entrar na dita esquadra de polícia, o oficial de serviço diz-me que fará todos os possíveis para enviar dois agentes à Rua Augusta, mas considerando a falta de homens ao serviço(?) naquela noite isso seria muito difícil, pois os cerca de 40 agentes que pareciam estar a trabalhar em prol da segurança pública, afinal estavam a prestar um serviço gratificado.

Finalmente, e talvez para se sentir melhor com ele próprio, o dito agente informa-me que o que me tentaram vender não é haxixe, mas sim uma mistura caseira de louro e que, por essa razão, os supostos traficantes não poderão ser detidos.

Sinto uma tristeza e uma desilusão!

Uma polícia vendida a quem a pode pagar! Uns supostos traficantes a venderem gato por lebre!

Ao sair da esquadra procurei em redor por um agente da ASAE…. que falta de sorte! Desisti e gritei bem alto: AGARRA QUE É LADRÃO!!!

Alguém pergunta, onde, onde?

Tenho vontade de responder: em qualquer um dos ministérios ali sediados, mas em silêncio, volto para casa com a certeza de que batemos bem no fundo e que este é o estado no nosso Estado de Direito! Um Estado inerte, acomodado, desanimado e sem soluções para quem cumpre com as suas obrigações de cidadão!

Mr. Hellmanns às 12:56

07
Ago 08

Devido a afazeres profissionais, o Viajar testou recentemente um novo restaurante em Lisboa. É o Bocca e fica ali ao lado da Artilharia 1, perto do Páteo Bagatela.

O Bocca é um dos restaurantes que apostou na moda da cozinha de autor e apesar do que o nome possa sugerir, não tem nada que ver com cozinha italiana. Mas tem um chefe de cozinha daqueles que inventam umas receitas só deles e com aquelas apresentações gourmet.

Sim, está longe de ser barato (cerca de 40 euros por pessoa), mas de vez em quando pode ser uma extravagância que vale a pena. O chefe Alexandre Silva aderiu à moda da coiznha a vácuo e consegue com isso sabores e texturas fantásticos. O Viajar provou um bife de espadarte excelente. Com muito sabor, uma textura suave e, pode dizer-se, suculento!

A acompanhar, é só escolher o vinho preferido. Isto porque o Bocca tem mais de 60 vinhos que podem ser servidos a copo.

A sobremesa é também a não perder. Têm gelados com sabores próprios (o de citronela é óptimo) e para os fãs de chocolate, não percam o coulant de chocolate negro, acompanhado com gelado de baunilha. À noite, o cafézinho vem acompanhado por uma trufa de chocolate, também made in Bocca.

Às sextas e sábados aceita jantares até à meia-noite. O ambiente é descontraído, a decoração moderna, tem uma sala para fumadores e pode ser uma boa experiência gastronómica (apesar de não ter pratos com maionese).

Divirtam-se!

 

 

Mr. Heinz às 14:27

06
Ago 08

O Viajar falhou, mas vem aqui, prontamente, emendar o erro. Ontem, dia 5 de Agosto, tivemos outro Mr. a fazer anos! O nosso Mr. Helmann's comemorou mais uma Primavera (mais um Verão, neste caso). Esperamos que o dia tenha sido bem passado e que lhe traga muitas felicidades ao longo do próximo ano e "tipo, cenas fixes"! (Em 2009, renovaremos os votos). Abraços da gerência!!

 

Mr. Heinz às 15:12

Entrámos em Agosto, o típico mês em que os nossos compatriotas, que andam por esse mundo a labutar arduamente, regressam ao cantinho à beira-mar plantado para ver a família e regressar às origens, principalmente através dos nossos fantásticos artistas musicais, desde o Tóne Carreira, ao Leonel Nunes!

No fundo é o tradicional mês da cassete pirata. E uma marca destes artistas são as fantásticas, fabulosas e inolvidáveis capas dos seus álbuns.

Para os nossos artistas não pensarem que são os únicos, o Viajar deixa uma selecção de algumas das piores capas de sempre. Have Fun!

 

              

Mr. Heinz às 11:32

05
Ago 08

O mês de Agosto já vai longo com os seus 5 longos dias, que já viram 20 pessoas a norrer nas estradas nacionais! Só no primeiro fim-de-semana do mês, com o início0 de férias, foram 16 ou 17 mortos, segundo as fontes de cada televisão.

Mas esta malta anda toda doida? 20 mortos em cinco dias? Mas andam os senhores das marcas de carros a desenvolver sistemas de segurança cada vez mais complexos para depois os portugueses provarem que ah e tal, afinal não são 100% seguros?

Não vale a pena! Nestes casos só terão mesmo uma oportunidade de ver se funcionam!

O que será preciso fazer mais para que os excelsos condutores nacionais percebam que os carrinhos de choque são só os das feiras? E que respeitem mais quem vai na estrada? Custa assim tanto esperar pelos locais certos para fazer uma ultrapassagem ou não fazer sinais de luzes nas AE só para ir 2,3 km/h mais depressa?

Pessoal, curtam as férias e não stressem! É que ainda por cima a gasolina e o gasóleo continuam caros, "pá"!

(apesar dos senhores das gasolineiras terem baixado 2 fantásticos cêntimos nos preços....)

O Viajar apela ao aliviar da road rage nacional com o apelo dos Catatonia:

 

 

 

Mr. Heinz às 12:24

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