O Blog da Escorregadela intelectual (versão 2.0)

21
Abr 10

 Ultimamente, temos visto acontecer inúmeros acidentes naturais, uns mais graves que os outros, mas todos com consequências drásticas quer em termos humanos quer em termos de economia. Com efeito, até agora e desde Dezembro, tivémos, quer ao nível nacional, quer ao nível internacional, sismo ao largo do sul de Portugal, sismo no Chile, sismo no Haiti, sismo na China, sismo na Califórnia, temporal na Madeira com derrocadas, temporal no Rio de Janeiro, com derrocadas e, agora, núvem de cinza expelida por um vulcão com nome impronunciável situado na Islândia.

Todos estes eventos, levam Ms. Brown a pensar se os mesmos têm origem natural ou se eventualmente a Mãe-Terra estará, de certa forma, a queixar-se do (mau) tratamento que os humanos lhe têm dado.

Não há dúvida que há alterações climáticas, e isso todos nós já sentimos: maior calor, chuvadas fora de época, secas anuais... e Ms. Brown crê que a nossa actuação (nossa, da Humanidade) pode ter influência.

Da mesma forma, pensa a Quercus que hoje veio para os meios de comunicação social afirmar que a Terra está à beira dum cataclismo...

Infelizmente, os acidentes naturais não se resumem a tragédias na natureza, influenciam, igualmente, a economia. Veja-se o último caso, o da grande nuvem de cinzas do vulcão da Islância. Em 6 dias causou inúmeros prejuízos financeiros às companhias de aviação que, diariamente, sofreram um prejuízo médio de 150 milhões de euros! Mas não foram só as companhias aéreas que sofreram esse prejuízo, também as empresas sofreram, quer porque os seus trabalhadores que se encontravam de férias não conseguiram voltar a tempo para o trabalho, quer porque viagens de negócios estavam agendadas e não ocorreram logo os negócios ficaram parados, quer porque o fornecimento de bens e serviços contratados foram afectados... em tempo algum se imaginou que um vulcão pudesse de alguma forma provocar tal prejuízo na economia mundial!

Ora, enquanto os humanos olharem para o seu próprio umbigo, não pensarem que todos os actos têm consequências, iremos sofrer muito mais, quer em termos de natureza, mas principalmente ao nível da economia.

Se já havia uma crise generalizada por causa do subprime e da manipulação dos mercados financeiros, esta tragédia natural veio afectar ainda mais a economia.

E o que podemos fazer? Será que agora conferências como as de Quioto ou Copenhaga poderão conduzir a uma solução, uma vez que os líderes mundiais só pensam em termos económicos e estas tragédias naturais cada vez mais afectam a economia?!

De sua parte, Ms. Brown continua a privilegiar o uso do transporte público e a andar muito a pé; a fazer separação de lixos; a não mandar lixo para o chão; a poupar na energia eléctrica... Longe de ser uma radical da natureza ou uma ecologista dos "quatro costados", Ms. Brown tenta reduzir a sua pegada de carbono!

E vocês, caros viajantes, que pensam fazer?...

 

Ms. Brown às 23:28

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